Projetos & Pesquisas


INTENÇÃO DE COMPRA DOS CONSUMIDORES DE RIBEIRÃO PRETO

Fevereiro / 2010

Categoria:

Indicadores Econômicos

Pesquisador(es):

Prof. Dr. Cláudio de Souza Miranda

O resultado da pesquisa feita com 893 pessoas na cidade de Ribeirão Preto durante o mês de fevereiro sobre os seguintes temas:
- Intenção de compra de produtos e serviços para os próximos 3 meses;
- Nível de Aderência da População ao programa da Nota Fiscal Paulista;
- Índice de Expectativa da População.

Clique aqui para ter acesso aos números da pesquisa.


Matéria 1 - Folha de São Paulo

Consumidor manterá compra de itens caros, afirma estudo

O consumidor de Ribeirão Preto deve comprar menos calçados e roupas, mas não pretende frear seu desejo de adquirir itens caros como eletrodomésticos e carros.
A intenção de compra para os próximos três meses foi avaliada na terceira pesquisa feita pela ACI-RP (Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto), em parceria com a Fundace.
Além de manter suas expectativas de compras, o ribeirão-pretano parece mais otimista do que no semestre passado. O chamado índice de expectativa dos consumidores é o maior dos três estudos. De 0 a 100, o índice é de 79,4% -na pesquisa de novembro, a taxa era 79% e na de agosto, 70,8%.
O maior otimismo em relação à economia em geral e à sua área de atuação no mercado, na tradução da ACI-RP, significa ida às compras.
"Tivemos em Ribeirão no ano passado um aumento real de salário e um maior número de empregos formais. Isso projeta no consumidor uma expectativa muito superior", disse o presidente da entidade, José Carlos Carvalho. (JC)


Matéria 2 - Gazeta de Ribeirão Preto
Nota Paulista é esquecida em RP

É o que mostra uma pesquisa feita pela Fundace; apenas 38% pedem o documento

A maioria dos consumidores de Ribeirão Preto ainda não pede com frequência a Nota Fiscal Paulista (NFP), de acordo com uma pesquisa da Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia (Fundace) divulgada o­ntem.

O estudo, encomendado pela Associação Comercial e Industrial de Ribeirão (Acirp), ouviu 893 pessoas na cidade e apenas 38% disseram pedir a nota frequentemente. "Muitas pessoas ainda tem receio de pedir a nota por temer um certo controle por parte da Receita Federal", disse o economista Claudio Miranda, presidente da Fundace.

O levantamento mostra ainda que quanto maior a renda, maior é a frequência de solicitação da NFP, 60% das pessoas que ganham mais de 10 salários disseram pedir sempre a nota, entre os que ganham até dois salários a frequência é de 19%.

"Quanto maior a renda, maior é o esclarecimento sobre os benefícios da nota", disse o presidente da Acirp, José Carlos Carvalho.

A cabeleireira Maria Aparecida Carmessano, 49 anos, começou a pedir a NFP no ano passado. "Não pedia, mas depois que meu filho me explicou o que posso ganhar em troca, passei a pegar em toda a compra que faço."

A Secretaria da Fazenda do Estado, responsável pelo programa, foi procurada para comentar sobre os resultados da pesquisa, mas não respondeu até o fechamento desta edição.

A pesquisa da Fundace mostrou ainda a intenção de compra dos consumidores da cidade e o índice de confiança. "No geral, as expectativas dos consumidores para os próximos meses é boa", disse Miranda. O segmento que lidera a intenção de compra dos consumidores é o de vestuário, 61,5% dos entrevistados disseram que pretendem comprar roupas neste ano. E o Índice de Confiança dos consumidores para os próximos três meses é de 79,4% (em uma escala de 0 a 100%). (RS)